Terminou neste sábado, 28, a Supercopa de Futsal 2026. O Atlântico ficou com o vice-campeonato, ao perder para o Magnus, por 4 a 2.
Primeiro tempo
Na reedição da final da Copa do Brasil, agora valendo vaga para a Libertadores, ambas as equipes entraram em quadra desfalcadas, após expulsões na semifinal. O Magnus jogou a final sem Carlinhos, Vagner e Mendonça, mas teve o retorno de Leandro Lino. Já o Atlântico teve a ausência de Batalha e Dudu.
Aos cinco minutos, João Vitor passou para Roni, que rolou para Mariano rolar para o fundo das redes e abrir o placar. Aos nove, Dieguinho encontrou Lucas Gomes, que chutou da entrada da área e deixou tudo igual. O confronto seguiu aberto, o Magnus buscava o gol da virada, mas parava na ótima atuação do goleiro Ryan. Já o Atlântico pecava nas finalizações.
Aos 17, o VS foi acionado por Paulinho Sananduva, alegando um pênalti após choque entre André Deko e João Vítor dentro da área. Após revisão no monitor, a arbitragem manteve a decisão de quadra e a penalidade não foi assinalada. Quando restavam dois segundos para o fim da primeira etapa, o VS acionado por Ricardinho para um possível cartão vermelho para João Vitor em jogada com Joãozinho, após revisão no monitor, a arbitragem manteve a decisão de quadra e o primeiro tempo encerrou empatado.
Segundo tempo
Aos dois minutos, em contra-ataque puxado por Leandro Lino, o camisa 10 rolou para Andrey encher o pé e virar o jogo para o Magnus. Aos três minutos, Ricardinho acionou o VS alegando um pênalti de Ryan em Leandro Lino. Após revisão no monitor, o pênalti foi confirmado. Rodrigo Capita foi para a cobrança e anotou o terceiro do time paulista.
Aos seis, no rebote do chute de PH, Serginho marcou um golaço e descontou para o Atlântico. Aos dez, Joãozinho em bela jogada individual, se livrou da marcação, enganou o goleiro Ryan e marcou o quarto para o Magnus. Aos 15, Paulinho Sananduva pediu tempo para organizar o time em busca da virada e voltou para o jogo com João Vitor jogando como goleiro-linha. Aos 18, Leandro Lino foi expulso pelo segundo cartão amarelo e deixou o Magnus com um jogador.
Com dois a mais na linha, o Atlântico seguiu pressionando o Magnus, mas pecava nas finalizações. Sem conseguir converter em gols as oportunidades, o Magnus sagrou-se campeão da Supercopa e conquistou a vaga à Libertadores.